Guarda Municipal recebe novas pistolas, drones e módulos móveis

(Foto: Jairo Nascimento/Rede Massa)

A Guarda Municipal de Curitiba (GM) recebeu nesta segunda-feira (25) oito novos módulos móveis, cinco drones, 226 pistolas e 500 sprays de pimenta. O objetivo é aumentar a velocidade do atendimento e aproximar a GM da população.
Para o secretário de Defesa Social, Guilherme Rangel, os novos equipamentos indicam que corporação poderá atuar cada vez mais no policiamento. “Dão um poder de fogo maior para a Guarda”, resumiu. O secretário também destacou a mobilidade dos módulos móveis.

O prefeito Rafael Greca afirmou que agora cada regional da cidade terá um módulo móvel; o Centro Histórico ficará com dois equipamentos. “Junto a eles vêm uma caminhonete para cada regional, cinco drones de observação, pistolas novas e equipamentos novos para contenção de conflitos”, completou.
As mudanças também buscam tornar o atendimento mais ágil e mais próximo ao cidadão.
Colaboração Jairo Nascimento/Rede Massa

GUARDA MUNICIPAL APREENDE GRANDE QUANTIDADE DE DROGAS EM APUCARANA.

APUCARANA-PR.
GUARDA MUNICIPAL APREENDE GRANDE QUANTIDADE DE DROGAS EM APUCARANA.
Cerca de 2,7 quilos de drogas foram apreendidos após denúncia anônima na manhã desta segunda-feira (25), em uma casa localizada na Rua Jonas Matulaitis, no Novo Horizonte, em Apucarana (PR).
De acordo com informações da Guarda Municipal (GM), após autorização da proprietária da residência, os entorpecentes foram encontrados escondidos no quintal da casa.
A mulher disse que não tinha conhecimento do entorpecente, sendo detida e levada para a delegacia de Apucarana para as providências legais.


Ex-guarda municipal de Timon toma posse como delegado na polícia civil do Maranhão



Acima o deputado Rafael Leitoa com o timonense e ex-guarda municipal Jesimiel Alves, novo delegado da polícia civil.





À esquerda da foto acima o delegado regional de Timon, Humaitan Oliveira junto com o senador Weverton Rocha, também marcaram presença na solenidade.

O deputado estadual e líder do governo na Assembleia Legislativa do Maranhão, Rafael Leitoa, prestigiou na tarde de ontem, sexta-feira(22) a posse dos novos delegados , escrivães e agentes aprovados em concurso público da polícia civil do estado. O evento contou com a presença de diversas autoridades , entre elas o vice-governador Carlos Brandão, Secretário de Segurança, Jéferson Portela , o senador Weverton Rocha e o procurador geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho.




Durante a solenidade Rafael Leitoa teve uma grata surpresa ao descobrir que um timonense, ex-guarda municipal, estava entre os novos delegados a serem nomeados para a polícia civil do estado. Ele é Jesimiel Alves, morador do Conjunto Boa Vista em Timon.

Na conversa com Rafael Leitoa, Simiel Alves contou que seu pai é funcionário do SAAE, onde exerce a função de encanador. O deputado timonense contou ao eliaslacerda.com ter ficado alegre com a conquista do timonense. “Jesimiel é a prova maior de que os estudos é o melhor caminho para quem quer vencer na vida e o quanto é importante todos investirem nesta área”, destacou o deputado.

Jesimiel Alves será o novo delegado da cidade de Penalva, interior do estado.


Fonte: Elias Lacerda

Dayane Pimentel defende porte de arma para guardas municipais de todo o país


Dayane diz que levará a Bolsonaro e a Sergio Moro propostas para o porte de arma das guardas municipais

A deputada federal Professora Dayane Pimentel garantiu na manhã deste sábado (23) a guardas civis municipais de todo o País reunidos em Salvador que levará ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro da Justiça Sérgio Moro propostas que viabilizem o armamento dos grupamentos em todos as cidades brasileiras. A presidente do PSL na Bahia participou do I Simpósio Nacional de Guardas Municipais promovido pela União Nacional Azul Marinho (UNA), que ocorre até amanhã no Porto Bello Ondina Praia Hotel, em Ondina.
“Firmo aqui com vocês esse compromisso de defender essa causa que é justa”, disse Dayane Pimentel, lembrando que a Guarda Municipal em Salvador é armada e “realiza um excelente trabalho”. A líder do PSL na Bahia disse também que levará ao Congresso as reivindicações da categoria referentes à Reforma da Previdência. “Assim como os militares, os guardas municipais, enquanto agentes da segurança pública, também têm características de exposição a riscos que devem ser observadas”, salientou Professora Dayane Pimentel.
“Esse evento de hoje é o reconhecimento da força das guardas municipais no Brasil”, disse o presidente da UNA, Elivânio Maciel de Lima. “Não estamos aqui para afrontar o governo, mas para apresentar soluções”, complementou. O comandante da Guarda Civil Municipal de Salvador, Alysson Carvalho, ressaltou que a capital baiana serve como exemplo: “Salvador entendeu o anseio da população por segurança”. Carvalho referiu-se ao fato de os guardas da capital serem armados.


























Ronda escolar II A guarda civil municipal de Jucás realiza rondas diária nas escolas

Ronda escolar
A guarda civil municipal de Jucás, está realizando ronda escolar, em diversos horários, pelos colégios da nossa cidade!
Conclui-se que a Ronda Escolar é extremamente importante para a comunidade escolar, onde ajuda a enfrentar e reduzir os índices de violência nestes locais e também ajuda a manter os jovens distantes de pessoas que venham a induzi-los a pratica de atos ilícitos e que causam transtornos a toda a sociedade. É uma forma fazer com que os agentes de segurança pública da Guarda Civil Municipal estejam cada vez mais próximos da comunidade e também tenham um papel de educador e preventivo essencial e diferenciado numa sociedade que carece de bons exemplos a ser seguido.

Gcm Jucas  e Gcm Wlisses Vidal.


"Estamos em uma guerra ideológica para matar pobre", diz policial perseguido por criticar PM

“Somos treinados com o mantra bandido bom é bandido morto, mas nunca vi policial executar deputado bandido, juiz que vende sentença, senador chefe de tráfico” – confira o relato do policial militar














Aviso de Gatilho (Trigger Warning): depressão e suicídio*
Por Martel Alexandre del Colle
Eu voltei para a polícia militar em 2016. O motivo e as circunstâncias são longos demais para se narrar aqui. Depois de todas as experiências que eu havia passado dentro da polícia eu havia voltado mais forte e determinado a fazer o que era certo. Fui colocado em um batalhão que cuidava da região metropolitana de Curitiba. Fiquei empolgado. Eu adoro ser policial, cuidar da sociedade, ajudar a fazer deste país um local mais justo. Certas partes de mim parecem terem sido feitas para isso. Eu fico calmo nas ocorrências de vulto, eu gero soluções rápidas e nunca tive uma ocorrência na qual se possa dizer que o procedimento adotado foi errado.
Chegando ao batalhão, eu assumi uma companhia. Algo novo para mim. Estaria no comando de muitos policiais. Considerei uma grande oportunidade. Comecei a realizar algumas mudanças: treinamento para todos os policiais, banco de horas, mudança na forma da escala. Havia conversado com um professor de jiu-jítsu e uma academia de musculação que ficava a poucos metros da companhia para que os policiais pudessem treinar no local com um preço diferente devido ao número de possíveis inscritos.
Isso durou menos de um mês. Fui enviado para a escala de coordenação de policiamento. Fiquei um pouco chateado, mas sem problemas. Policial militar é policial em qualquer lugar e função. Na função de coordenador percebi vários defeitos. Sempre fui assim, eu encontro as falhas com facilidade. A parte boa é que eu também encontro as soluções. Comecei a dizer alguns problemas que eu encontrava para a execução de um bom serviço aos meus chefes, juntamente com uma proposta para solucionar a demanda. Fui ouvido em partes e outras foram ignoradas. Quanto a alguns problemas eu sequer poderia tocar no assunto. Eram pesados demais e eu poderia sofrer represálias.

O tempo que fiquei na unidade, estagnado, vendo muitas coisas erradas, começou a me estressar. E quando eu digo “coisas erradas” não estou dizendo que eles não faziam meus gostos. Estou me referindo a distribuição de efetivo pela malha feita de maneira irresponsável, o que no final gera mortes e assaltos; refiro-me ao uso político das forças de segurança, realizando operações que aparecem muito, mas que não solucionam nada; refiro-me a vistas grossas para a corrupção policial, condenando os policiais novatos a experiências terríveis dentro da viatura; refiro-me a vistas grossas para execuções e torturas; refiro-me a métodos de fiscalização obsoletos e ineficientes; dentre outras coisas. Todos problemas sérios, que condenam vidas e que são de fácil solução. Tão fácil que eu apresentei uma solução para praticamente todos.
Meu estresse e desapontamento chegou a tal ponto que eu fui até a diretoria de pessoal da polícia e fiz uma proposta ao chefe: gostaria de ajuda para ir para outra unidade, caso isso não fosse possível, eu queria ajuda para solicitar minha saída da polícia. Eu não esperava nenhuma ajuda, estava certo que aquele seria meu último dia na polícia, mas eu me enganei. O oficial que me recebeu me ouviu. Contei todas as minhas frustrações para ele e ele entendeu. Resolveu então me mandar para um batalhão que fosse mais apegado a técnica e ao estudo. Enviou-me para uma unidade de policiamento escolar. Confesso que as circunstâncias da transferência me deixaram animado. Sempre sonhei com uma unidade policial voltada para a técnica, para o estudo e para o resultado de maneira humanizada.

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